E minha beira lá estava, a beirada
na cabeça do edifício
na peneira do resquício
minha vida recortada
valsando com o vento
no mais estranho pensamento,
Era o fim, Ana, era o fim.
Mas vi passar Marcela,
não sabia se era mesmo ela,
e me lembrei de seu olhar,
então gritei com um aceno obceno,
quem poderia imaginar
que ela a minha raiva ouviria
Foi neste dia, Ana, neste dia.
Diligentemente ouço sua voz,
acho que só em minha mente,
mas foi suficiente
pois chamei no vento a corrente
que me levasse a ela,
e que levou, mas só a culpa e o sofrimento,
como se fosse novidade,
Foi o fim, Ana, foi o fim.
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Adorei Aline!!!
ResponderExcluirEu não havia entendido ainda aquele negócio de "seguir blog" então resolvi "fuçar". Foi aí que percebi o seu blog!
Inteligente e poético sem ser piegas!
Parabéns!
Vou seguir vc tb! ...rs
Bjs