A permissão para a felicidade não é, e nem seria o momento do "grito final", onde achamos que ele a nossa vida salvará ou nos libertará subitamente do que não agüentamos mais. Nós nos esgüelamos muito mais que uma vez para alcançar o tal momento (pelo menos nós, impulsivos). Mas como resultado de qualquer aprendizado, só se faz notório depois de algumas provas.
Às vezes é necessário "perder" para ganhar. Mas isto acontece apenas quando você permite. E não é necessário nenhuma autorização formal, a simples vontade basta, por mais singela que seja.
A tal "teoria do quadrado" (qual ainda chegará a hora de falar sobre) explica tudo. Explica o porque da entrada de pessoas, situações, oportunidades em nossas vidas, assim como o contrário.
O adeus não deveria ser algo preocupante para ninguém, pois na verdade, as pessoas se vão quando já não servem mais, quando sua "missão" já foi cumprida, por mais que existam algumas pessoas/oportunidades que entram em nossas vidas, e quando saem, é preciso até de uns dias de árduas reflexões para tentar entender o que exatamente aquilo nos agregou.
Tudo é experiência. E a lei da sincronicidade (para nós, pessoas mais inexperientes) só percebemos dentro das situações infelizes.
Depois deste insight, fruto de boas férias e reflexão, eu não poderia ser mais feliz por "perder". Afinal de contas, nem todas as pessoas se submetem a ter trabalhos indesejáveis e pessoas vulgares à sua volta só para promover a si próprio uma infundada imagem de satisfação. Pura hipocrisia!
hipocrisia
hi.po.cri.si.a sf (gr hypókrisis+ia1) Manifestação de fingidas virtudes,
sentimentos bons, devoção religiosa, compaixão etc.; fingimento,
falsidade.
A triste hora do fim se faz notória!
ResponderExcluirVc tem toda razão. Espero que não esteja falando de mim =\ sdds.
ResponderExcluirNão vai postar mais?
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